Novos aportes em habitação e no Minha Casa Minha Vida
O segmento de habitação recebeu um novo estímulo, com a liberação pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de mais R$ 21,7 bilhões em recursos do FGTS em 2016. Com isso, o orçamento passa de R$ 83 bilhões para R$ 104,7 bilhões. A expectativa…
O montante de R$ 21,7 bilhões será distribuído em duas linhas de investimentos: R$ 11,7 bilhões para investimentos tradicionais na habitação, sendo R$ 8,2 bilhões para o FGTS Pró-Cotista, e R$ 10 bilhões para Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), cujo objetivo a estimular a construção civil. Além disso, pelo menos R$ 7,6 bilhões devem ser investidos em habitação popular. Foto: Sehab MS
No caso do Minha Casa Minha Vida, uma resolução publicada no Diário Oficial informa que a aplicação de investimentos do Fundo de Desenvolvimento Social para o programa poderá ser de até R$ 970 milhões em 2016, sendo R$ 613,8 milhões para pagamento de obras em andamento e R$ 338 milhões para contratação de novas operações de crédito.
A Região Sudeste, que tem 2.160 unidades habitacionais do projeto, deverá receber 41,54% dos recursos. A Região Nordeste ficará com 29,31% do valor total, seguida pela Sul, com 10,93%. Por fim, as regiões Norte e Centro-Oeste terão acesso a 9,71% e 8,51 dos recursos, respectivamente.
Há ainda a expectativa de que a terceira fase do programa seja anunciada neste mês, cuja meta inicial é a contratação de mais 3 milhões de unidades habitacionais até 2018. Segundo informações de mercado, a prestação mínima do MCMV, que será cobrada para as novas moradias do programa habitacional, deve passar de R$ 25 para R$ 80, e se refere às famílias que estão na primeira faixa, com renda de até R$ 1,8 mil.
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