PPPs e concessões como instrumentos para alavancar um crescimento sustentável
Há um consenso entre as principais empresas da área de construção e de infraestrutura de que a constituição de PPPs (Parcerias Público-Privadas) e as concessões são os instrumentos mais adequados para alavancar investimentos em áreas como rodovias, ferrovias e de e…
Há um consenso entre as principais empresas da área de construção e de infraestrutura de que a constituição de PPPs (Parcerias Público-Privadas) e as concessões são os instrumentos mais adequados para alavancar investimentos em áreas como rodovias, ferrovias e de energia, cujas obras são decisivas para sustentar o crescimento do País no longo prazo. Tal conclusão faz parte das análises inseridas na pesquisa Principais Investimentos em Infraestrutura no Brasil até 2017, que levantou, com base em informações de 1200 fontes primárias e secundárias, as perspectivas de oito setores da economia, suas principais obras e aportes financeiros. O estudo apontou 11.533 obras, num investimento total estimado em R$ 1,68 trilhão. Outra constatação decorrente do levantamento é que grande parte dos empresários e executivos do setor destacaram ser imprescindível a adoção de planejamento de longo prazo, nos qual os projetos sejam detalhados e integrados. A expectativa detectada no estudo é de que o ano de 2013 deve ser melhor do que este que está chegando ao fim. Um crescimento mais consistente dessa área, no entanto, é esperado a partir de 2014. A esperança do segmento é de que seja retomado o ritmo de investimento registrado nos últimos anos, invertendo a realidade verificada este ano, quando se registrou atrasos de vários projetos, principalmente aqueles no âmbito do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento. Até junho as obras concluídas pelo PAC representaram apenas 29,8% do total estimado para até 2014. Com isso, a relação entre investimento em infraestrutura e o Produto Interno Bruto (PIB) segue em queda, como acontece desde 2009. Para este ano, a expectativa é obter um índice de apenas 2%, quando a necessidade do País é de que seja, no mínimo 4% do PIB. Postagens relacionadas
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