Cidades inteligentes vão impulsionar o desenvolvimento urbano
A realização dos principais eventos esportivos no Brasil – Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos 2016 – estimulou o Rio de Janeiro a promover uma revitalização no município, transformando sua infraestrutura urbana, com as melhorias no transporte público, e a criação d…
Com isso, a cidade vem sendo reconhecida mundialmente como um exemplo de Smart City (cidade inteligente), cujo conceito implica no uso de tecnologia para melhorar a qualidade dos serviços públicos e privados, reduzindo custos e o consumo de recursos naturais, levando, dessa maneira, mais segurança, acessibilidade, sustentabilidade e melhor qualidade de vida para seus cidadãos. Um exemplo é que o Rio de Janeiro ficou entre as "Sete Comunidades Mais Inteligentes do Mundo" de 2015, reconhecimento da entidade internacional Intelligent Community Fórum (ICF), que avaliou cerca de 300 cidades em todo o planeta. O vencedor foi a cidade de Columbus, situada em Ohio, nos Estados Unidos.O ICF prefere usar comunidades inteligentes, ao invés de cidades inteligentes, porque eles entendem que, além dos benefícios em termos de qualidade de vida e redução de custos, a tecnologia também pode ser usada para geração de empregos de qualidade, para aumentar a participação dos cidadãos e para tornar a cidade um lugar excelente não apenas para se viver, mas também para se trabalhar.
Nesse sentido, a IDC, empresa de inteligência de mercado, conduziu uma pesquisa a pedido da Huawei, sobre “Como as Cidades Inteligentes melhoram a vida do cidadão?”, com o objetivo de mostrar que o uso da tecnologia é a força motriz para melhorar os aspectos socioeconômicos de uma sociedade. Para isso, entrevistou operadoras de telecomunicações, forças policiais, prefeituras e provedoras de soluções para centros de comando e controle.
Entre as conclusões tiradas do estudo estão que a conectividade é fundamental para que tudo se desenvolva em cidades inteligentes; o uso de tecnologia traz muitos benefícios, especialmente melhores índices operacionais, redução de custo, e maior assertividade nas ações públicas de curto prazo; e que uma cidade não se torna inteligente de repente. O mais importante é que exista um planejamento de longo prazo aliado a ações de curto prazo, contemplando as iniciativas que já vem sendo feitas e outras inovações que suportem aplicações futuras.
As cidades inteligentes estarão contempladas na Construction Expo 2016 – Feira e Congresso Internacionais de Edificações e Obras de Infraestrutura, que tem como tema central “Cidades em Movimento – Soluções Construtivas para os Municípios Brasileiros”, e será realizada em junho do próximo ano.
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