Compras Governamentais sustentam expansão das vendas de máquinas
O papel das compras governamentais foi decisivo para o resultado final das vendas de equipamentos para construção projetadas para este ano. Considerando todas as categorias de equipamentos pesquisados pelo Estudo Sobratema, as vendas devem atingir a marca de 74,1 mil unidades c…
O papel das compras governamentais foi decisivo para o resultado final das vendas de equipamentos para construção projetadas para este ano. Considerando todas as categorias de equipamentos pesquisados pelo Estudo Sobratema, as vendas devem atingir a marca de 74,1 mil unidades contra 70,3 mil unidades vendidas em 2012, o que representará um aumento de 5%. Isoladamente, o segmento da chamada linha amarela projeta expansão de 13% em comparação com o ano passado. Serão mais de 33,3 mil máquinas desse tipo vendidas contra 29,4 mil unidades comercializadas em 2012. Boa parte das máquinas adquiridas pelo governo foi encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e repassadas para prefeituras de cidades com até 50 mil habitantes. Até a primeira quinzena de outubro, foram entregues 6.090 máquinas, entre retroescavadeiras e motiniveladoras, que são utilizadas na construção e recuperação de estradas vicinais. Em razão disso, o estudo da Sobratema projeta crescimento de 16% e 177%, respectivamente, para as vendas desses dois tipos de equipamentos na comparação com 2012. Os bons resultados projetados para o mercado brasileiro de equipamentos para construção colocam o País entre os de melhor desempenho no cenário mundial. O crescimento de 13% nas vendas da linha amarela será bem superior ao registrado na Europa e na América do Norte, que deverão apresentar recuos de 7% e 8%, respectivamente, além do mercado chinês, cujo crescimento esperado é de 4% para este ano. Em relação às projeções para os próximos anos, o estudo da Sobratema indica uma elevação média anual de 5,49% até 2018, índice que deve ser alcançado mais facilmente se for confirmada a retomada dos investimentos e a viabilização de projetos que estão sendo relacionados como importantes para reduzir os gargalos presentes na infraestrutura brasileira. Novamente, o governo terá papel preponderante no futuro do segmento de máquinas para construção. Postagens relacionadas
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