Gestores municipais apostam na produção própria de asfalto
Os últimos meses têm sido marcados por diversas notícias sobre a montagem ou reativação de usinas de produção de asfalto por prefeituras em várias partes do país. O objetivo das administrações municipais é acelerar as obras de asfaltamento ou de recuperação de ruas …
Um bom exemplo disso é a Usina de Asfalto Restinga, que acaba de ser inaugurada em Porto Alegre. Com capacidade para fabricar até 140 toneladas de asfalto por hora, a unidade ajudará a intensificar a operação tapa-buracos. Também o governo do Distrito Federal decidiu retomar a produção de uma usina com m capacidade de fabricar até cem toneladas de massa asfáltica por hora. Montada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a usina atende as demandas das administrações regionais, do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e da própria companhia. A nova central de produção de asfalto deve atender a demanda dos municípios de Ceilândia, Guará, Taguatinga e Vicente Pires. De acordo com a Novacap, sete empresas contratadas retomaram, em meados de fevereiro, o processo de recuperação das vias públicas do Distrito Federal, o que tem mobilizado 18 equipes da Novacap, além de uma média de três a quatro de cada uma das demais empresas que atuam simultaneamente. Também o município de São Pedro da Aldeia, na região dos Lagos no Rio de Janeiro, possui uma usina, que tem capacidade de produzir até 40 toneladas de asfalto por hora, cujo destino principal é para pavimentação das ruas da cidade. A preocupação dos gestores municipais vai além da economia. No caso de Porto Alegre, por exemplo, há também o compromisso em melhorar a qualidade do asfalto. Tanto que já está prevista a inauguração, em junho, de uma nova unidade no bairro Sarandi, que prevê a adição de polímeros à mistura que aumenta de 10 para 15 anos a vida útil do asfalto. Gestores e políticos da cidade de Rondonópolis, Mato Grosso, estão empenhados para que todo o asfalto utilizado nas ruas da cidade seja do tipo quente, que tem duração média de 10 anos, contra apenas cinco do frio. Postagens relacionadas
Blog Sobratema
Sustentabilidade em Pavimentos: a contribuição da Avaliação do Ciclo de Vida
A sustentabilidade em rodovias deve ser analisada de maneira abrangente, envolvendo a avaliação do ciclo de vida (ACV) das estruturas de pavimento. Assim, propõem a aplicação de princípios de ecoeficiência na escolha de estruturas de pavimentos, sejam elas flexíveis, semirrígidas ou rígidas, para garantir...
Blog Sobratema
Análise do custo de ciclo de vida do pavimento melhora a sustentabilidade de rodovias
A redução progressiva da qualidade inicial do pavimento começa a ocorrer logo após a sua construção, quando sofre a ação de agentes atmosféricos e mais tarde com as solicitações do tráfego. S&atil…
Blog Sobratema
Possibilidade de reaproveitamento de resíduos da mineração em pavimentos flexíveis
No processo de extração do minério de ferro, há descarte de dois tipos de resíduos sólidos: os estéreis e rejeitos. Os estéreis são materiais provenientes da atividade de lavra, sem valor econômico, sendo usualm…
Blog Sobratema
Possibilidade da captura de carbono a partir de pavimentos de concreto permeável
Os materiais cimentícios apresentam potencial de captura de dióxido de carbono através do consumo da portlandita produzida nas reações de hidratação do cimento. Esta possível aplicação da carbonataç&atil…